Parada obrigatória – Mercado Flutuante

Se tem um lugar distante o qual sonho em conhecer desde criança, posso dizer que sem sombra de dúvidas é o mercado flutuante de Bangkok. Lembro-me muito bem de ter lido sobre ele na Marie Claire que minha assinava, lá pelos 9, 10 anos de idade. E apaixonada por gente (e mercados!) como eu sou, sempre me pegava pensando naquele povo que vivia em palafitas e vendia frutas e verduras dentro de barcos.

Pois bem, quando resolvemos que era hora de visitar a Tailândia, ir a Bangkok conhecer o bendito floating market se tornou uma das minhas prioridades. Eu já havia lido vários reviews na internet e sabia que, hoje em dia, esses mercados flutuantes são rotas totalmente turísticas e que provavelmente a idealização que eu tinha cairia por terra abaixo. Mas tudo bem, eu precisava pagar pra ver.

Compramos um pacote com antecedência que custou cerca de 28 reais por pessoa e, na terça-feira, 4 de novembro de 2014, 8 horas da manhã, entramos numa van que nos levaria ao Floating Market, com direito a passeio de canoa pelos canais para conhecermos todo o mercado e passeio de long boat pela vila às margens do rio.

Posso dizer que esse foi o melhor passeio que fizemos em Bangkok. Como esperávamos, o floating market hoje em dia é totalmente feito para receber turistas, as bancas de frutas e verduras cederam lugar a roupas e souvernirs e há pessoas tirando foto pra todos os lado. Mas na minha humilde opinião, nada disso tirou o encanto que é aquele lugar. Naquele dia caiu uma chuva forte e longa durante quase todo o passeio, o que deu um colorido especial a nossa experiência. Eu ADORO chuva!

Amei a atmosfera do mercado, os senhorzinhos e senhorinhas que andavam pra cima e pra baixo oferecendo seus produtos, os olhares dos outros turistas maravilhados e ao mesmo tempo assustados com o passeio de barco, a sintonia do nosso grupo, o mango sticky rice, que é uma sobremesa tailandesa da qual eu sou fã, a chuva torrencial molhando todo mundo e tornando o passeio ainda mais aventureiro…. Cada detalhezinho fez com que aquele dia ficasse gravado na minha memória com um dos dias mais especiais dessa minha vida aqui do outro lado do globo!

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Agora chega de melodramas e vamos a algumas informações práticas:

De acordo com o Bangkok.com, o Damnoen Saduak. é o mercado flutuante mais popular da Tailândia e foi construído em 1866 com o objetivo de otimizar o transporte de mercadoria na Tailândia, que era muito precário na época. Atualmente mais de 200 outros canais menores foram construídos e se conectam ao canal original. O mercado abre diariamente das 8 as 11 da manhã e fica a cerca de 100 quilômetros de Bangkok. Há várias formas de se fazer esse passeio, você pode comprar um pacote, combinar um preço fechado com algum taxista ou alugar carro ou até moto para ir ao local. Preferimos ir de pacote pra não termos que nos preocupar com nada. A opção de fechar com um taxi é muito boa também, principalmente em grupos de mais de 3 pessoas, apenas certifique-se de negociar claramento com o taxista quanto a horários e valores, porque alguns deles podem ser bem espertinhos e acabam te levando para outros lugares, em geral mercados e feiras aonde eles ganham comissão por levar turistas.

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Depois de muita comilança e aventuras no Floating Market, era hora de voltar pra Bangkok e aproveitar a tarde no nosso último naquela cidade. Decidimos então que visitaríamos o tão famoso templo do Buda Deitado…

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Um pulinho nos Grampians


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Outro passeio rápido, mas que valeu a pena!

Acompanhados do Claus, Marina, Manu e Dani, vivemos um fim de semana de muitas caminhadas, comilança, vinhos e jogos de baralho nos Grampians. Em resumo, The Grampians é um parque nacional relativamente famoso no estado de Victoria, com inúmeras opções de trilhas, vistas e cachoeiras. Dessa vez não vou alongar o papo com explicações e detalhes sobre a cidade (minha mãe disse que o post anterior ficou muito comprido. Há!).

Nascida e criada no interior de Minas, numa cidade à margem dos Rios São Francisco e circundada por várias outras belezas naturais; e tendo morando em Brasília, que também é rodeada de cachoeiras e lindas paisagens, eu já imaginava não encontrar nada de tão diferente nos Grampians. Conclusão final: Como previsto, o parque era lindo, porém, nada muito diferente do que eu já havia visto. O que me levou à uma outra conclusão: Mais do que um bom destino ou um hotel legal, o que faz com que uma viagem valha a pena é principalmente as companhias. Apesar da estadia ter sido curta, nós seis nos divertimos MUITO nos Grampians. Jogamos baralho, tocamos violão, rimos, comemos muitas comidinhas gostosas preparadas pelo Claus e fomos muito felizes!

Créditos das fotos abaixo: Todos os 6 participantes dessa mini-aventura! hihihi (clique caso queira aumentá-las)

Visitando Ballarat


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Depois de um ano de considerável correria, ambos estudando bastante e trabalhando mais ainda, decidimos desacelerar um pouco. De que adianta trabalharmos tanto e não aproveitarmos ao máximo a oportunidade de viver na cidade com melhor qualidade de vida do mundo? Desde então temos tentado planejar mais os fins de semana de modo que consigamos conciliar trabalho, estudo e lazer.

Nos dois últimos meses rodamos um pouco pelas cidades vizinhas. Foram viagens curtas, mas todas bastante agradáveis. E é sobre esses lugares que quero começar a contar.

Vou começar por Ballarat. Nossa passagem pela terra do ouro foi curta, mas valeu a pena. Fomos num fim de semana, apenas o Pedro e eu, com o objetivo de visitar um local chamado Sovereign Hill e também o museu do ouro (Gold Museum). Ballarat é famosa em toda a Australia por ter abrigado muito ouro em tempos passados. Resumindo, em 1851 o tal metal precioso foi descoberto na região. A notícia se espalhou rapidamente e em menos de um ano mais de 20 mil imigrantes mudaram-se para o local para explorar a nova descoberta. É claro que nessa busca desenfreada muitos conflitos ocorreram e muita corrupção também. A partir do século 20, o ouro foi ficando cada vez mais escasso e, hoje em dia, a economia da cidade conta ainda com algumas empresas de mineração, mas em menor escala.

Pois bem, nossa parada principal em Ballarat foi em Sovereign Hill, um parque que recria os primeiros dez anos da cidade de Ballarat após o ouro ter sido descoberto na região, ou seja, meio do século 19 (1851).  De cara, já me apaixonei pelo lugar. Quem me conhece bem sabe o quanto amo essas coisas antigas, então aquela vilazinha (ainda que falsa) remontando o século retrasado me encantou.

Em Sovereign Hill você realmente se sente vivendo em um outro século. As casas, lojas, minas, acampamentos, hotel e até a igreja presentes na vila foram minuciosamente construídos e decorados para dar essa impressão. Mas o mais interessante são as atrações. Apesar da vila ser falsa,  os artistas estão o tempo todo trabalhando de verdade, o padeiro está realmente fazendo pão, o mecânico consertando carruagens e a costureira cortando pano. Logo, há muito pra se ver. Passamos um dia inteiro lá e não conseguimos aproveitar tudo. Então, se tivesse que escolher as melhores atrações, diria que você não pode deixar de assistir a apresentação em que um cara derrete e remodela uma barra de ouro de $100 mil dólares a pouquíssimos metros da plateia. Fiquei impressionada com o quanto é lindo o ouro derretido e o quanto é perigosamente quente também. Outra atração fofa é a fabricação de balas de açúcar, que era muito comum nesse tempo. Ver aqueles dois senhores produzindo as balas com tanta maestria e delicadeza me fez até ter vontade de virar baleira. A fabricação de rodas e a visita guiada à duas minas também são imperdíveis. Devo confessar que senti um pouco de pânico quando começamos a descer todos aqueles degrais pra debaixo da terra. Mas consegui ir até o final do passeio. Por fim,  super vale a pena o tour aonde um senhor, também vestido à carater, mostra os acampamentos dos primeiros migrantes, conta um resumo da história da cidade e ensina o modo certo de se usar a peneira para encontrar ouro.

Ah, cortando a vila há um riacho aonde vários dos visitantes passam o dia procurando uma lasquinha de ouro. E o melhor é que muitos acham! Claro que são lasquinhas tão minúsculas que não valem praticamente nada. Mas só a felicidade de achar uma delas já vale o trabalho. E é claro que Pedro e eu conseguimos achar nossos pedaCInhos de ouro. =D

Por fim, muitas das coisas que são feitas na vila, são também comercializadas lá, como as velas artesanais, panelas diversas de ferro fundido e também de cobre, jóias, roupas de época e até cartões postais. Eu babei nas coisas de cozinha, mas como na minha casa praticamente não cabe mais nada, deixei pra lá.

Acho que já falei demais, né?! Vou ser breve! O outro passeio em Ballarat foi ao Gold Museum, aonde pudemos saber mais sobre a história da cidade e ver de perto incríveis coleções de pepitas, artefatos e moedas de ouro. Mas informações sobre o museu pode ser encontradas nesse link.

Em tempo, o Gold  Musem fica bem em frente ao Sovereign Hill e super vale a pena visitar ambos. Se quiser ir aos dois no mesmo dia,  chegue bem cedo! =D

 

Como sempre, para ver as fotos abaixo em um tamanho maior, é só clicar sobre eles!

 

O jardim mais lindo que já conheci!

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Volta e meia me deparo com lugares aqui em Melbourne que valem super a pena serem visitados e que eu nem ao menos sabia que existiam. Então pensei em criar a tag #seemelbourne e começar a postar no blog sobre esses lugares. Quem sabe não inspiro mais pessoas a vir conhecer a terra dos cangurus?

Mebourne é a cidade dos parques, em cada esquina tem um. Eu já sabia que aqui perto de casa havia um tal de Rippon Lea Gardens e sempre pensava em ir lá, mas nunca havia me programado realmente. Até que num sábado acordei no meio da manhã com a ideia fixa na cabeça: “É hoje ou nunca, nem que eu tenha que ir sozinha, mas hoje eu vou!”. Acordei o Pedro, tomamos um café da manhã e pegamos nossas bikes para ir ao Gardens. Eu queria tanto ir, mas tanto, que é lógico que tinha que acontecer algo pra aumentar minha ansiedade, né?! Pois bem, a porta aqui de casa tranca sozinha, aconteceu que saímos de casa, fechamos a porta e só aí nos demos conta de que os dois estavam sem chaves. Ou seja, ficamos trancados pra fora de casa e teríamos que resolver isso antes do passeio. Solução: O Pedro foi de trem até a imobiliária e eu fiquei no corredor do prédio rezando pra que eles tivessem cópias das chaves. Meia hora depois o Pedro volta com as benditas cópias, pegamos as nossas chaves dentro de casa, e enfim, vamos ao parque!

Pesquisei um pouquinho na internet e descobri que Rippon Lea é o nome da mansão que abrigou duas ricas famílias entre o fim do século 19 até meados da década de 1970 naquele local. Construída por Frederic Sargood e, após sua morte, adquirida pela família Nathan, a residência e seus pomposos jardins foram palcos de deslumbrante festas e musicais.  Hoje, Rippon Lea está aos cuidados da National Trust e, além do acesso a área externa para picnics e caminhadas, há também visitas guiadas ao interior da mansão e peças teatrais diversas (durante o mês de Janeiro está sendo apresentado Alice in Wonderland e Teddy Bears Picnic).

As fotos abaixo dizem por sim só. Impossível não se sentir em paz e em contato íntimo com a natureza num lugar tão especial como esse. Pretendo voltar ainda várias outras vezes!

(Caso queiram ver as fotos em um tamanho maior, é só clicar nela!) =D

Visita a Collingwood Farm!

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Meus amores, sei que prometi que iria contar aqui como foi meu aniversário, mas estou sem inspiração hoje… Daí vim falar sobre um dos últimos passeios que fizemos: Visita à Collingwood Farm!

Na nossa escola há várias atividades extra-classes, e enquanto não começamos a trabalhar, o Pedro e eu temos participado de algumas delas! Na quinta passada estava programada uma visita a uma fazenda urbana (contraditório, né?!) que fica no bairro de Collingwood, e é claro que eu não poderia deixar de ir, né?!

Bom, às 14h em ponto partimos pra lá e depois de uns vinte minutos entre caminhada e ônibus chegamos ao nosso destino.

A Collingwood Children’s Farm fica há cerca de cinco minutos do centro de Melbourne e à margem do Yarra River. Como ela mesmo se denomina, a CF é uma fazenda sem fins lucrativos que tem como objetivo proporcionar a experiência do campo para as pessoas da cidade. Lá você pode ordenhar vacas, alimentar os animais, visitar as hortas, ou apenas desfrutar da atmosfera campestre do espaço.

Uma boa parte da comunidade se engaja nos projetos da fazenda. Achei super interessante o modelo de horta deles, onde cada morador é responsável por um espaço, e todos podem colher e usar as ervas, temperos, folhas e vegetais que lá crescem. Além disso, eles tem projetos de reflorestamento e permacultura, que podem ser conhecidos em maiores detalhes durante a visita.

Para mim, que de certa forma venho do campo, pouca coisa que vi lá era novidade. Mas tenho certeza de que o passeio é incrível pra muitas crianças e até para adultos.

Eu achei a ideia super válida e inspiradora.

Mais informações em: http://www.farm.org.au/

E não parou por aí não! Depois de dar aquela espairecida na fazenda, fomos conhecer um antigo convento que fica ao lado, o Abbotsford Convent Foundation ! Fiquei encantada por aquele lugar!

Como já era fim de tarde, apenas andamos pelo local e visitamos algumas galerias de arte. Mas pude perceber que por lá há muito mais do que isso! Além das exposições, há também um ateliê de jóias, estúdio para artistas, espaços para escritores e designer trabalharem, espaço para eventos, e ainda uma escola, estação de rádio, bakery, cafés e restaurante.

Nosso próximo passeio ao Convento será pra conhecer o Lentil as Anything, um restaurante vegetariano onde você come e ao final contribui com a quantia que achar que deve/vale em uma caixinha de madeira no caixa. De acordo com o site deles, o restaurante é uma organização sem fins lucrativos com filosofia baseada em confiança, generosidade  e inclusão social. Muito interessante a proposta. A Alyne já almoçou lá e disse que a comida é deliciosa!

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São muitas novas experiências e sentimentos a compartilhar, gente! Tantas que eu até me perco! Então vou ficando por aqui com fotos e prometo voltar logo contando sobre as comemorações dos meus 27 aninhos de vida!

Super beijo no coração de cada um!

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Agora vamos as fotos do Convento:

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E pra fechar, uma foto feita pelo menu namô-noivo que eu A.M.E.I !!!

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Beijos no coração de cada um!! ( no da minha maezinha principalmente!)