Primeira parada – Bangkok

Parece mentira, mas desde muito nova eu já sonhava em conhecer Bangkok. Não sei de onde surgiu essa vontade, só sei que na minha cabeça sempre vinha aquela imagem de uma cidade misteriosa, com mercados imensos e pessoas vendendo escorpiões no espeto e outras comidas exóticas. O mercado flutuante então, quantas vezes não me imaginei passeando por aquele lugar e conversando com os comerciantes locais…

Pois bem, eis que o dia chegou e, Bangkok, lá vamos nós!!!! =D

Foram apenas 3 dias e 3 noites em Bangkok, mas bem aproveitados. Conseguimos visitar os templos mais famosos, como o Grand Palace e o Buda Deitado. Claro que também visitamos o Floating Market (Mercado Flutuante). Conhecemos um dos maiores mercados de toda a Ásia (Chatuchak, também conhecido por JJ Market). Fomos ao zoológico, andamos de tuk-tuk, assistimos a um Ping-pong show (que vergonha!) e comemos muita, muita comida típica.

a) Sobre os hotéis:

Optamos por ficar em um área badalada e, claro, tinha que ser a Khao San Road, rua famosa em Bangkok pela localização central e, principalmente, pela alta concentração de mochileiros. Escolhemos o hotel com a ajuda do Trip Advisor e fomos parar no Rikka In, que parecia ter o melhor custo-benefício. Não me arrependi da escolha, apesar dos quartos serem bem pequenos e não oferecer café da manhã, tudo era bem limpo, os funcionários (principalmente as arrumadeiras) eram bem prestativos, tínhamos internet free e uma piscina ótima! Pagamos cerca de 35 dólares australianos pela diária do quarto duplo e acho que foi bem pago. É claro que dá pra conseguir hotéis muuuito melhores, assim como diárias bem mais baixas. Li sobre hostels por cerca de $10/dia. Mas achamos mais conveniente pagar um pouquinho a mais pra ter privacidade e melhor limpeza.

b) Sobre a Khao San Road

Pessoalmente eu esperava um pouco mais da Khao San. Acho que criei uma imagem na cabeça de uma rua mais ampla e com mais opções. Devido ao grande número de turistas, não poderia ser diferente, a rua é MUITO comercial. O que não falta são casas de massagem, lojinhas de roupas e souvenirs oferecendo os mesmos produtos e restaurantes. O clima, porém, é ótimo, principalmente caso você não se importe com o assédio dos vendedores e taxistas.

Na Khao San eu altamente recomendo as casas de massagens. Aliás, é um pecado ir a Tailândia e não se render as famosas massagens de lá (com precinhos super em conta, por sinal. A partir de $5 por 30 minutos do serviço nos pés).

Dá pra se comer muito barato também. Vimos várias barraquinhas vendendo um prato de Pad Thai (comida típica) por $2 dólares. Nós preferimos comer em restaurantes mesmo. Gastávamos em média $7 dólares por refeição com bebida, mas garantíamos a higiene do negócio (eu espero!). De novo, em vários blogs encontrei gente dizendo que gastou 2, 3 reais (pasmem!) por refeição. Gente, dá pra gastar isso, mas sinceramente, eu não consegui arriscar comer mais de uma vez em barraquinhas e olha que eu não sou fresca. O que acontece é que nesses locais geralmente a falta de higiene é muito visível, daí optamos por preservar o estômago e não correr o risco de perdermos parte da viagem no banheiro. Rs.

Ah, eu amo comida tailandesa, mas pra quem não gosta a boa notícia é que praticamente todos os restaurantes oferecem outras opções no menu.

Além disso, há vários restaurantes e pubs legais que merecem ser visitados, principalmente na Rambuttri (rua paralela a Khao San)

c) Sobre negociação: É impressionante, todo vendedor tem paixão por negociar. Geralmente eles vão colocar um preço lá em cima e pedir pra vc dar o seu. Odiei isso, a sensação que eu tinha era que, caso você começasse a negociação, no final das contas teria que comprar, já que eles sempre ficavam estressados e mal educados caso você não concordasse com o valor final. Aliás, achei os vendedores, de um modo geral, bem mal educados em Bangkok. Não sei se eles estão cansados de turistas, sei que fui levemente mal tratada algumas vezes, o que diminuiu um pouco minha paixão pelo local.

***

Tá ficando longo, né?! Vou parar por aqui e amanhã conto mais sobre Bangkok.  Beijoos!

 

Ps: Infelizmente não fizemos muitas fotos na Khao San, logo algumas das fotos abaixo vem de fontes variadas na internet. Não consegui achar o crédito de todas, então se alguma foto for da sua autoria e você quiser que eu remova ou credite, favor enviar um e-mail para alinegreicy@gmail.com

 

 

Tailândia, Tailândia, sua linda!

 

Long Beach - Phi Phi
Long Beach – Phi Phi

“Eu voltei, agora pra ficar, porque aqui, aqui é o meu lugar…”  Já dizia Roberto Carlos.

E aí gente, como todos provavelmente já sabem, enfim risquei um dos itens do grupo “lugares para conhecer”da minha bucket list. Nas duas primeiras semanas de novembro visitamos a Tailândia!!!!! Esse foi nosso itinerário:

  • 3 dias em Bangkok
  • 4 dias em Phuket
  • 3 dias em Phi Phi Island
  • 1 dia em Maya Bay
  • 3 dias em Ao Nang (Krabi)

Foram 14 dias e 15 noites de muita diversão, passeios e desafios. Visitamos tantos lugares e vivemos tantas novas experiências, que decidi contar em posts separados. Assim posso dar mais detalhes e, com sorte, inspirar meus queridos amigos a fazerem a mesma viagem (Me chamem. Super topo ir novamente =D).

Pra abrir a série “Visita a Tailândia”, um pouquinho das minhas impressões gerais sobre esse país apaixonante:

Situada no Sudeste Asiático, a Tailândia vem se tornando um dos locais mais procurados por turistas de todo o mundo, principalmente mochileiros atraídos pela diversidade cultural do país e baixo custo de vida. Engana-se quem pensa que a Tailândia, com suas praias paradisíacas de águas cristalinas, é pura paz e tranquilidade. Bastaram 3 dias em Bangkok vivendo o caos (em vários sentidos) daquela cidade e 4 dias hospedados próximo a Bangalore street, em Phuket, pra que eu tirasse meu cavalinho da chuva e entendesse que minha viagem seria muito, muito agitada.

Se tivesse que definir a Tailândia em uma palavra, esta seria: diversidade. Diversidade de uma forma BEM ampla. De calmaria a agitação, de monges em estado meditativo a taxistas gritando no seu ouvido, azul do mar versus cinza da cidade, culinária típica e também internacional, nativos sorridentes e educados e outros nem tanto…

Agora, se eu tivesse que escolher um símbolo que definisse a Tailândia, certamente não seriam as maravilhosas praias, mas sim seus templos e sua religiosidade. É impressionante a quantidade de templos budistas naquele país e a devoção do povo tailandês a Buda. Em cada esquina um altar montado, velas acesas e oferendas te fazem lembrar a todo momento o quão religioso é aquele pessoal. Visitar templos, conhecer de perto alguns monges e poder sentir na pele a energia que emana daqueles locais foi certamente um dos pontos altos da nossa viagem.

Bom, vou ficar por aqui, mas nos próximos dias prometo contar em mais detalhes e dar várias dicas sobre cada um dos lugares que visitamos!

 

 

 

 

Rapidinhas Julho

Brighton Beach
Brighton Beach

Estou impressionada com o quanto o mês de julho passou rápido. Quando dei por mim, já era dia 27/07, data em que a Lora (irmã caçula) completou seu 23 aninhos.  O frio chegou de vez aqui em Melbourne, com isso acabamos passando quase todos os fins de semana em casa ou na casa de amigos, nada de grandes aventuras, passeios de bike ou praia. Em julho:

  1. Assistimos o Brasil vencer as quartas de final em uma manhã deliciosa na casa da Manu, com direito a waffles de café da manhã preparados pelo Thiago. Pra comemorar, fui pra aula de verde e amarelo e com um chapeu super brega também nas cores da bandeira.
  2. Acordamos atrasados na semi-final, quando a seleção já perdia de 5 a 0, e nem nos demos ao trabalho de sair de casa para assistir ao resto do jogo. =/
  3. Comemoramos o aniversário da Joa, uma querida amiga colombiana que completou 30 aninhos.
  4. Comemoramos o aniversário da Anna, minha ex-professora de inglês, amiga e irmã mais velha aqui nessa terrinha.
  5. Ganhei mais alguns shifts (horas de trabalho) no kindergarten (jardim de infância) e aprendi muito com cada uma das crianças que acompanho por lá.
  6. Falando em kinder, o frio de julho reduziu bastante nossas manhãs no parque da escola. Com isso, a solução foi levarmos as crianças pra cozinha. Ultimamente temos feito muffins, foundies, biscoitos, sopas… Elas amam colocar as mãos na massa.
  7. Comecei a dirigir com mais frequência por aqui e, enfim, me sinto mais confiante em estar na mão contrária a que estava acostumada.
  8. Li alguns livros bem legais, outros nem tanto.  (Post à parte)
  9. Ganhei da Dana (mãe do Liam, uma crianças que eu cuido) duas culturas de bactérias probiáticas: Kombucha e Kefir, que fazem super bem para o nosso organismo. Até então tenho cuidado direitinho delas. O kombucha ainda não está pronto, mas do kefir já fiz leite e yogurte, e estou tomando diariamente. (update: o meu primeiro batch de kombucha ficou pronto e bem saboroso, por sinal!)
  10. Pela primeira vez fui ao Prahan Market, um mercado de frutas, verduras e carnes que sempre quis conhecer. Fui com a Dana e o Liam. Apesar de lindo e bem organisado, achei tudo bem caro e me contentei em sair de “mãos abanando”. Felizmente, os mariscos do almoço estavam deliciosos e valeram a ida até o mercado.
  11. Comemoramos o aniversário do André Lino, com direito a churrasco, coxinha, bolinha de queijo e quibe fritos
  12. Nos despedimos da Marina, que está curtindo férias de três meses na Ásia e nos deixou aqui morrendo de saudades.
  13. Novo trimestre na faculdade, novos professores, alunos e muita matéria pra estudar.
  14. E para fechar julho com chave de ouro, abri mão de um dos meus empregos na Austrália que foi a primeira fonte de sustento quando aqui chegamos. Sentimos que era hora de pisar um pouco no freio, trabalhar um pouco menos e me dedicar mais aos estudos e a nós mesmos. Agora estou apenas no kinder como professora-assistente e fazendo babysitting. Para os próximos meses pretendo ler mais, caminhar na praia, pintar, falar com minha avó no Skype, cozinhar, cuidar mais do saúde do corpo e da alma e viver tudo o que há pra viver (Fui brega, eu sei! hahahaha).

 

Maaaaannnnhêêêê, que saudade grande de vocÊ!!!!! Te aaamo, minha vida!

 

Ps: Só para constar, as fotos abaixo são todas do meu telefone móvel.  =P

 

 

Um pulinho nos Grampians


Grampians_102

Outro passeio rápido, mas que valeu a pena!

Acompanhados do Claus, Marina, Manu e Dani, vivemos um fim de semana de muitas caminhadas, comilança, vinhos e jogos de baralho nos Grampians. Em resumo, The Grampians é um parque nacional relativamente famoso no estado de Victoria, com inúmeras opções de trilhas, vistas e cachoeiras. Dessa vez não vou alongar o papo com explicações e detalhes sobre a cidade (minha mãe disse que o post anterior ficou muito comprido. Há!).

Nascida e criada no interior de Minas, numa cidade à margem dos Rios São Francisco e circundada por várias outras belezas naturais; e tendo morando em Brasília, que também é rodeada de cachoeiras e lindas paisagens, eu já imaginava não encontrar nada de tão diferente nos Grampians. Conclusão final: Como previsto, o parque era lindo, porém, nada muito diferente do que eu já havia visto. O que me levou à uma outra conclusão: Mais do que um bom destino ou um hotel legal, o que faz com que uma viagem valha a pena é principalmente as companhias. Apesar da estadia ter sido curta, nós seis nos divertimos MUITO nos Grampians. Jogamos baralho, tocamos violão, rimos, comemos muitas comidinhas gostosas preparadas pelo Claus e fomos muito felizes!

Créditos das fotos abaixo: Todos os 6 participantes dessa mini-aventura! hihihi (clique caso queira aumentá-las)

Visitando Ballarat


Ballarat_14

Depois de um ano de considerável correria, ambos estudando bastante e trabalhando mais ainda, decidimos desacelerar um pouco. De que adianta trabalharmos tanto e não aproveitarmos ao máximo a oportunidade de viver na cidade com melhor qualidade de vida do mundo? Desde então temos tentado planejar mais os fins de semana de modo que consigamos conciliar trabalho, estudo e lazer.

Nos dois últimos meses rodamos um pouco pelas cidades vizinhas. Foram viagens curtas, mas todas bastante agradáveis. E é sobre esses lugares que quero começar a contar.

Vou começar por Ballarat. Nossa passagem pela terra do ouro foi curta, mas valeu a pena. Fomos num fim de semana, apenas o Pedro e eu, com o objetivo de visitar um local chamado Sovereign Hill e também o museu do ouro (Gold Museum). Ballarat é famosa em toda a Australia por ter abrigado muito ouro em tempos passados. Resumindo, em 1851 o tal metal precioso foi descoberto na região. A notícia se espalhou rapidamente e em menos de um ano mais de 20 mil imigrantes mudaram-se para o local para explorar a nova descoberta. É claro que nessa busca desenfreada muitos conflitos ocorreram e muita corrupção também. A partir do século 20, o ouro foi ficando cada vez mais escasso e, hoje em dia, a economia da cidade conta ainda com algumas empresas de mineração, mas em menor escala.

Pois bem, nossa parada principal em Ballarat foi em Sovereign Hill, um parque que recria os primeiros dez anos da cidade de Ballarat após o ouro ter sido descoberto na região, ou seja, meio do século 19 (1851).  De cara, já me apaixonei pelo lugar. Quem me conhece bem sabe o quanto amo essas coisas antigas, então aquela vilazinha (ainda que falsa) remontando o século retrasado me encantou.

Em Sovereign Hill você realmente se sente vivendo em um outro século. As casas, lojas, minas, acampamentos, hotel e até a igreja presentes na vila foram minuciosamente construídos e decorados para dar essa impressão. Mas o mais interessante são as atrações. Apesar da vila ser falsa,  os artistas estão o tempo todo trabalhando de verdade, o padeiro está realmente fazendo pão, o mecânico consertando carruagens e a costureira cortando pano. Logo, há muito pra se ver. Passamos um dia inteiro lá e não conseguimos aproveitar tudo. Então, se tivesse que escolher as melhores atrações, diria que você não pode deixar de assistir a apresentação em que um cara derrete e remodela uma barra de ouro de $100 mil dólares a pouquíssimos metros da plateia. Fiquei impressionada com o quanto é lindo o ouro derretido e o quanto é perigosamente quente também. Outra atração fofa é a fabricação de balas de açúcar, que era muito comum nesse tempo. Ver aqueles dois senhores produzindo as balas com tanta maestria e delicadeza me fez até ter vontade de virar baleira. A fabricação de rodas e a visita guiada à duas minas também são imperdíveis. Devo confessar que senti um pouco de pânico quando começamos a descer todos aqueles degrais pra debaixo da terra. Mas consegui ir até o final do passeio. Por fim,  super vale a pena o tour aonde um senhor, também vestido à carater, mostra os acampamentos dos primeiros migrantes, conta um resumo da história da cidade e ensina o modo certo de se usar a peneira para encontrar ouro.

Ah, cortando a vila há um riacho aonde vários dos visitantes passam o dia procurando uma lasquinha de ouro. E o melhor é que muitos acham! Claro que são lasquinhas tão minúsculas que não valem praticamente nada. Mas só a felicidade de achar uma delas já vale o trabalho. E é claro que Pedro e eu conseguimos achar nossos pedaCInhos de ouro. =D

Por fim, muitas das coisas que são feitas na vila, são também comercializadas lá, como as velas artesanais, panelas diversas de ferro fundido e também de cobre, jóias, roupas de época e até cartões postais. Eu babei nas coisas de cozinha, mas como na minha casa praticamente não cabe mais nada, deixei pra lá.

Acho que já falei demais, né?! Vou ser breve! O outro passeio em Ballarat foi ao Gold Museum, aonde pudemos saber mais sobre a história da cidade e ver de perto incríveis coleções de pepitas, artefatos e moedas de ouro. Mas informações sobre o museu pode ser encontradas nesse link.

Em tempo, o Gold  Musem fica bem em frente ao Sovereign Hill e super vale a pena visitar ambos. Se quiser ir aos dois no mesmo dia,  chegue bem cedo! =D

 

Como sempre, para ver as fotos abaixo em um tamanho maior, é só clicar sobre eles!

 

Rapidinhas Maio & Junho


Hello-winter

Não vou me alongar pela vigésima vez em desculpas por já ter quebrado minha promessa e ter ficado muito tempo sem aparecer por aqui! Não deu mesmo, galera! Mas vamos ver se minha “‘otima memória” me ajuda a lembrar dos pontos altos de maio e junho!

  1. Meus 28 aninhos: Como contado no post anterior, comemorei meu aniverário em um domingo chuvoso aqui em casa com a presença de vários amigos que encheram nosso lar de ainda mais amor.
  2. O presente do ano: A comemoração do meu aniversário, como já havia dito, aconteceu dois dias antes da data em si (06/05). No dia 06 de maio, a Alyne, Thiago, tia Rosiane, Nina e Diego fizeram um café da tarde super especial para comemorarmos novamente o meu dia. Daí que temos o costume de rezar toda semana aqui em casa e eles também nas suas, e nesse dia resolvemos fazer nosso momento de oração juntos, como sempre fazíamos quando morávamos com Thiago e Alyne. E, graças a Deus, desde então temos nos encontrado uma vez por semana para esse momento. Tem sido inspirador, restaurador e muito gratificante pra cada um de nós essas horinhas em que nos unimos pra agradecer, pedir e louvar a Deus.
  3. Comecei a trabalhar às terças e quintas como professora-assistente no Step by Step Early Learners Center, que é um jardim de infância super aconchegante. Estou cada vez mais apaixonada pelas crianças, professores, tudo… É ou não é demais ser paga para receber tanto amor?!
  4. Começamos a gravar uns vídeos de culinária com nosso amigo Claus e muito em breve divulgarei aqui para vocês nossas trapalhadas na cozinha.
  5. Depois de um ano inteiro morando aqui, pela primeira vez almoçei no Lentil as Anything de Abbotsford. O Lentil é um restaurante com uma proposta bem interessante, sem fins lucrativos, onde cada um paga o que pode e acha valer. Em outras palavras, cada um contribui como manda o coração. O local é super aconchegante, os funcionários são todos voluntários e a comida uma delícia.
  6. A querida Cibele, amiga paulistana (é Paulistana ou Paulista?), voltou pro Brasil e deixou saudade. =/
  7. Passamos um final de semana delicioso com os amigos em Grampians, que é uma cidadezinha super gostosa aqui nos arredores. Vou fazer um post a parte sobre isso.
  8. Nina e Diego deram uma grande festa de despedida da casa onde moravam até então. A noite foi de arromba. Comemos, bebemos (eu não!), dançamos e rimos até altas horas. Diego e Nina SABEM como agitar a galera! =D
  9. Passei bons momentos pintando com Marina, minha amiga artista-plástica e melhor terapeuta que existe. A Marina vai viajar pela Ásia por 3 meses e depois volta para o Brasil. Já estamos com saudades dela!
  10. Enfim, saímos para conhecer alguns famosos vinhedos na região. Pra quem não sabe, a Austrália é um lugar de vinho de qualidade e preço justo. Daí que perto de Melbourne há inúmeros vinhedos abertos a visitação. Fomos em um fim de semana com a Janine e o Bruno e aproveitamos muito. O esquema geralmente é assim, você paga $5 dólares e pode desgutar os vinhos que quiser. Depois esses $5 que você pagou ainda se transformam em desconto se você decidir levar umas garrafas. Eu, como não sou acostumada a beber, fiquei tonta já durante a degustação.  depois disso foi só festa! hahahaha
  11. Fiz mais um cachecol, que dei de presente de aniversário atrasado pra Manu e estou trabalhando em mais duas peças.
  12. Comecei a ler “The fault in our stars” (A culpa é das estrelas) e estou amando. Ao mesmo tempo estou lendo “The happiness project” e “The Tibetan Art of Living”. Estou gostando do segundo, mas o primeiro parece muito blá-blá-blá.
  13. Fizemos feijoada e mandioca cozida para alguns amigos estrangeiros e cheguei a uma conclusão: Por mais que eles experimentem e gostem da comida brasileira, nós é quem somos os verdadeiros entusiastas. Pra eles é apenas mais uma comida gostosa.
  14. Comemoramos o aniversário de 30 anos do Thiago em Bright, uma outra cidadezinha também linda, em um fim de semana de muitas (MUITAS) risadas, comida gostosa e amigos animados. (Merece um post a parte também)
  15. Iniciativa suuper interessante: A Manu e a Mirla promoveram uma Clothing Swap Party, que em resumo foi uma reunião de mulheres onde cada uma levou as roupas que não usava mais e trocamos umas com as outras. Foi uma tarde MUITO divertida na casa da Manu, com música, comidinhas gostosas e muitas risadas. Sai de lá com 2 sacolas cheias de roupas novas!! =D
  16. Comemoramos o aniversário da Nina em uma festinha supresa improvisada, mas repleta de carinho!
  17. Fechamos o mês assistindo ao jogo Brasil e Chile no Thiago e Alyne, com direito a muitos gritos oprimidos pra não acordar ao Lucas e muito pão de queijo!
  18. Ah, o Pedro pediu para incluir aqui que ele voltou pra academia… rsrsrs

Com certeza faltou bastante coisa aí, mas vamos em frente que o mês de julho já começou a todo vapor!!

Que esse novo mês venham cheio de bons momentos, momentos de lazer, estudo, crescimento e muito aprendizado. Que o frio seja ameno, mas caso venha forte, paciência! É pra isso que temos cobertor, hot chocolate e bolsas de água quente! =D

Parabéns para mim!

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“Mil felicidades e amor no coração, que a sua vida seja sempre doce e emoção!”

 

Dizem que a chegada dos 28 anos muda muitas coisas na vida de uma pessoa. Não sou bem entendida desse assunto, mas em resumo, a cada sete anos um novo ciclo em nossas vidas é iniciado. Com a chegada dos 28 anos, esses pequenos ciclos de 7 se fecham e dão início a uma nova fase de nossas vidas.Culturas antigas rezam que essa é uma idade chave, uma idade de balanço de tudo que foi realizado até então,  redefinição ou reafirmação de crenças e valores e escolhas que pautarão os próximos 28 anos. Nesses últimos tempos tenho lido bastante sobre o assunto e apesar de não estar 100% certa se acredito nisso ou não, devo confessar que faz sentido.

Continuando, dizem que conforme os 28 anos vão chegando, a pessoa começa a avaliar mais profundamente (e muitas vezes chega até a ser sentir deprimida) o rumo que sua vida está tomando, os frutos que plantou e os que vem colhendo. Essa avaliação, muitas vezes sofrida, vai então dando espaço a dois estados simultâneos aonde o indivíduo sente uma certa insatisfação e ao mesmo tempo o instinto emergente de redefinir as metas e ir atrás de realizá-las. Por fim, de acordo com os antigos, quando os 28 anos são realmente completos, é a hora em que a pessoa, de uma forma ou de outra, acaba tendo que fazer escolhas importantes que pautarão os próximos 28 anos. É claro que todas essas fases podem acontecer um pouco antes, ou depois dos 28 anos. Dizem que alguns ciclos duram 27, outros 29, 30…

Refletindo sobre meus últimos anos, creio que há algum tempo eu já venho empacada na fase 2, aonde a frustração e sensação de necessidade de mudança são constantes. Mas, graças a Deus, sinto também que pouco a pouco e principalmente de uns tempos pra cá coisas tenho começado a ter as respostas que procuro, coração mais calmo e passos mais definidos. Bom, não posso dizer que tenho certeza absoluta sobre aonde quero estar daqui a 10 anos, profissionalmente falando. Mas sei que quero estar de volta ao Brasil, com alguns filhos, trabalhando em contato direto com o público (o público aqui tem o conceito mais amplo possível! De crianças a idosos… Ainda não decidi), e utilizando o que aprendi na minha graduação e pós. Sei que ainda é MUITO amplo, mas tenho aprendido cada vez mais a viver o agora, e o importante é que AGORA estou fazendo o que está ao me alcance para me tornar uma profissional e ser humano mais capacitado no futuro. Estou me dedicando aos estudos, à minha casa, mesmo de longe me dedico à minha família, estou cuidando do meu corpo e da alma. Então vamos em frente, né?! =D

Falando em crianças, a novidade que comentei no último post era sobre uma proposta de emprego que recebi para trabalhar como professora assistente num jardim de infância. Há umas três semanas, uma das mães para quem trabalho como babysitter me pediu que acompanhasse seu filho ao colégio e passasse o dia com ele lá. Desde que o Liam (2.5 anos) entrou no maternal, sua mãe nunca conseguiu deixá-lo lá e ir embora, ele sempre chorava muito e ela acabava ficando… Como ela sentiu que era hora de cortar o cordão umbilical de uma vez por todas, pediu para que eu fosse com ele, já que ele também é muito apegado a mim, e assim iria se desligando aos poucos dela. Resumo da ópera: Passamos a manhã lá com as professoras, o Liam chorou em alguns momentos pedindo pela mãe, mas consegui contornar a situação, entreter-lo, distrair-lo,  e ficamos até o final da aula. Pois bem, no dia seguinte estava em casa quando a Dana (mãe do Liam) me liga dizendo que a dona do jardim de infância (que estava lá no dia anterior e me viu cuidando do Liam) havia ficado impressionada com meu jeito com crianças e queria me oferecer uma vaga como assistente de professora no colégio!!!! É claro que eu fiquei super feliz e aceitei na hora! São só dois dias na semana e não vão me atrapalhar em nada nos meus outros compromissos. Pelo contrário, quanto mais convivo com crianças aqui na Austrália, mais sinto o quando somos agraciados em receber tanto amor gratuito dessas criaturinhas que tem tanto a nos ensinar…

Mas vamos falar do meu aniversário. Desde o ano passado decidi que não passaria mais um ano sem comemorar meu aniversário como mereço, daí que esse ano achei que eu merecia um piquenique… Mas infelizmente São Pedro não concordou comigo, o fim de semana foi de muita chuva e acabamos tendo que transferir nosso piquenique pra dentro de casa. O importante é que, mesmo numa casinha pequenina, sem sobra de árvores e sem dia de sol como eu sonhei, meu dia foi repleto de pessoas especiais, comida gostosa e muitas risadas!! E as flores, ah as flores…. Ganhei tantas e acompanhadas de tantos cartões lindos que foi impossível não me emocionar!

Por fim,  gostaria de dizer que fiquei MUITO feliz com cada um dos recadinhos carinhosos que recebi pelo Facebook, Whatsapp, Instagram. Vocês não tem noção do quanto tornaram meu dia 06 de maio especial! =P