Finalmente a cerimônia de graduação!

Eu não podia deixar passar em branco a celebração desse que foi um dos maiores desafios até então aqui na Austrália. Finalmente, no dia 28/01/2016, completei mais um ciclo aqui nessa terrinha. Enfim finalizei o meu MBA.

Preciso confessar que não foi fácil voltar a estudar, ainda mais em uma outra língua. Foram 2 anos de muito esforco, lágrimas (que também não foram poucas), milhares de páginas lidas e escritas e muitos fins de semana na frente de um computador…. Por outro lado, além de conhecimento e mais um diploma, ganhei amigos pra uma vida inteira e a aquela sensação maravilhosa de ter concluído com sucesso o que aqui comecei.

A cerimônia de graduação foi especialmente emocionante, estar ali no meio de tantos outros alunos de várias partes do mundo foi de explodir o coração.
E pra fechar com chave de ouro preciso partilhar três acontecimentos especiais naquele dia:

Primero, fui convidada para fazer um discurso durante a cerimônia em nome dos alunos. Tive apenas alguns dias pra me preparar e tremi na base, mas dei conta do recado! =)

Fui premiada com o Prêmio de Excelência Acadêmica como a melhor aluna do Campus de Melbourne.

E pra fechar com chave de ouro, vocês não vão acreditar, recebi o prêmio Dux 2015, que é um reconhecimento dado ao melhor aluno do ano em todos os campuses da Kaplan na Austrália. Dá pra acreditar que eu sai de Januária para receber um prêmio nacional de melhor aluno aqui nesse país?! =D =D  Estou incrédula até agora.

Então, assim como fiz no meu discurso, aqui vão os agradecimentos: Gostaria de agradecer primeiramente ao meu namorado/noivo/quase marido =) pelo apoio psicológico (e financeiro também! rsrs) durante esses dois anos. Essa vitória é sua também, meu amor! Acho que nem que eu viva de novo encontrarei alguém tão parceiro como você. Agradecer a minha mãe linda, pai e rimãs por entenderem minha ausência e sempre acreditarem em mim.  Aos meus colegas (e amigos): Alessandra, Flavio e Luiz Fernando, vocês foram presentes de Deus na minha vida. Ter vocês nessa jornada tornou tudo mais tranquilo e prazeroso. Parabéns pra gente! E aos meus amigos daqui de um modo de geral, por terem tolerado minhas frustrações, entendido minha ausência e vibrado com minhas vitórias. Amo vocês!

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Parabéns pra mim!!! 29 aninhos!!

29 anos = 10.603 dias = 254.476 horas

No último dia 6 de maio completei 29 anos de vida…. Nem eu acredito, juro! Olho dentro dos meus próprios olhos no espelho, ou melhor, fecho os olhos e me sinto uma criança. Uma criança cheia de dúvidas, medos, anseios. Uma criança cheia de esperança, que ACREDITA no BEM dentro de cada um e por vezes é um tanto quanto inocente…. Daí eu paro pra refletir sobre tudo que já aconteceu nesses meus 29 anos e nem eu acredito. Tantas histórias e sentimentos compartilhados, experiências, pessoas que passaram pelo meu caminho, deixaram um pouquinho delas e e levaram um pouco de mim.

Alguns marcos. Tantas mudanças. Projetos Inacabados. Outros concluídos. Risadas. Amores. Amigos. Família (E um nó na garganta de tanta saudade).

Quando criança eu imaginava a minha vida de uma jeito diferente. Eu me formaria aos 23 anos, casaria aos 24. Aos 29 eu teria o emprego dos meus sonhos,1 casal de filhos, casa grande, dois cachorros… Estava tudo planejando, programado desde a infância. Hoje eu olho pra trás e penso no quão inocente eu era…. e no quão bom/desafiador/engradecedor está sendo viver tudo diferente do que planejei. O quão libertador é saber que a vida poder ser sempre mais, que eu posso estar aqui hoje e ali amanhã, que eu posso querer e fazer acontecer, cair e levantar.

29 anos… E super/ultra empolgada para que venham os 30!!!! Orgulhosa do caminho que trilhei, ciente de que nem sempre fiz as melhores escolhas, mas consciente de que foram essas escolhas que fizeram de mim quem eu sou hoje.

E que esse novo ciclo seja leve, repleto de boas experiências e aprendizados.

Nesse novo ano, meu 29º ano aqui na terra, eu, Aline, me comprometo a ser cada vez mais luz. Cuidar de mim. Me exercitar. Me permitir. Fazer sempre o bem. Ser a melhor amiga da minha mãe e irmãs. Continuar enchendo a paciência das minhas irmãs só pra não perder o costume. Falar mais com minhas amigas. Rezar pelos meus afilhados. Ser presente no dia-a-dia da minha família. Cuidar bem do meu namorido. Cultivar relações. Transbordar alegria. Fechar os olhos e escutar os sons da natureza. Ver beleza nas pequenas coisas. Ser grata. Ser grata mais uma vez… Me comprometo a estar mais em sintonia com a natureza. A cuidar do meu corpo e da minha alma. A orar mais. A cheirar todas as rosas do caminho. Me comprometo a não dizer sim quando tiver vontade de dizer não… E a me permitir ser sempre eu mesma. Sempre doidinha, quase sempre espontânea, amiga, as vezes estressada e rabugenta, mas sempre ciente de que tudo que eu preciso pra ser feliz está aqui. Dentro de mim!

E que venham os 30… 40, 60, 80, 90,110 anos!

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As fotos abaixo são da minha festinha de aniversário. Sem palavras pra expressaãr tamanha gratidão a essa nossa família aqui na Austrália que tanto nos ama! Parceria, cumplicidade, risadas, conselhos… Vcs são os maiores presentes que esse país poderia nos dar!

Indicação de escola de mergulho em Phuket: Aussie Scuba Divers

Ufa, depois de inúmeros posts sobre nossa passagem por Bangkok, finalmente chegamos a tão famosa Phuket. Infelizmente nossa estadia foi curta, porém muito agitada. Em Phuket realizamos um sonho antigo do Pedro. Eu, como boa namorada que sou, resolvi acompanhá-lo e acabei vivendo uma das experiências mais incríveis e desafiadoras dos últimos anos. Em Phuket fizemos nossso cursos, avaliações e nos tornamos mergulhadores certificados PADI.

O que é o Padi? Professional Association of Divers Instructors, o PADI é a maior e mais famosa associação de mergulho de recreação do mundo.

São vários os curso oferecidos pelo PADI. Nós escolhemos o Open Water Diver, que é o ponto de partida pra quem quer se tornar um mergulhador. Para se matricular, você só precisa ter mais de dez anos, saber nadar e estar em boas condições físicas. O curso geralmente dura três dias e inclui aulas teóricas, aulas na piscina para aprender as habilidades e técnicas básicas, e o mergulho propriamente dito, aonde você faz a prova final e tem que demonstrar todas as técnicas aprendidas (UFA!).  Depois dessa prova final, a maioria dos pacotes inclui mais alguns mergulhos de recreação. Nós fizemos 4 e amamos!

Várias escolas ao redor do mundo oferecem esse curso, optamos por fazer em Phuket pela quantidade de escolas disponíveis e também por ser um ponto central para os locais de mergulho. A escola escolhida foi a Aussie Scuba Divers e acho que não poderíamos ter feito melhor opção. Desde o motorista, que nos buscou no horário marcado certinho todos os dias, até os instrutores, que se mostraram muito preparados e experientes durante os mergulhos, pudemos notar o profissionalismo da equipe. Outro ponto forte foi o carinho e a receptividade, nos 3 dias de aula (que acabaram se tornando 4) fomos tratados muito bem. Mas o mais importante para mim e fator determinante para que eu pudesse concluir o curso com sucesso foi a segurança que o meu instrutor me passou e a paciência que teve com a gente.

Deixa eu explicar melhor, aquele cara (o nome dele é Brian rsrs) é um santo. Meu povo, ele merece um lugar no céu, porque aguentar a mim e a Marina parando pra descansar o tempo todo, tendo ataques de medo e pedindo pra repetir o assunto não é pra qualquer um não. =D  Por isso nosso curso acabou durando 4 dias. Quanto à segurança: Enquanto estávamos na parte teórica eu estava super confidente, achando que seria moleza. Mas quando começamos a aprender a parte prática, eu quis desistir no primeiro minuto. Meu Deus, a sensação de respirar por aquela mangueira um oxigênio diferente do que vc está acostumado (o ar comprimido não tem água, então é mais seco e incômodo) não é das melhores. Além disso, a maioria das técnicas que temos que aprender e treinar para o caso de emergência no fundo de mar exigem bastante atenção e calma. Nesse sentido, a segurança que o Brian me passou e o fato de ele nos dar feedback o tempo todo foram essencias. Por isso eu  disse que foi uma das experiências mais desafiadoras dos últimos tempos. Quem me conhece bem sabe do medo que tenho desse tipo de coisa. Sou ansiosa, agitada, tenho medo de tubarão, de escuro, tempestades, claustrofobia… Ou seja, tudo que me impediria de encarar um curso desses, e mesmo assim eu consegui! Dois meses já se passaram e eu continuo maravilhada quando penso sobre aqueles 4 dias e tudo que vimos no fundo do mar.

Resumindo: Experiência única. Indico a todos! É possível mergulhar sem esses 4 dias de curso. Você só precisa contratar um instrutor e ele vai te ensinar o básico e te acompanhar de perto o tempo todo. Porém, acho que pra mim pelo menos, ter feito o curso foi imprescindível pra que eu tivesse mais segurança e tranquilidade na hora dos “vamos ver”.

Sobre a vida no fundo do mar: Eu imaginava que uma vez no fundo do mar, eu veria baleias brancas, orcas, arraias imensas… kkkkkkkkk É claro que não é bem assim. Cada região tem uma vida marinha própria e é muito difícil “trombar”com algum desses animais imensos. De qualquer forma eu fiquei encantada com tudo que vimos: corais super coloridos, cardumes gigantescos, peixe palhaço, polvo, cavalo marinho, tartarugas e diversos outros peixes.

Agora vamos parar de conversinha e  vamos as fotos. Minha mãe também não gosta de posts muito longos. Mas não tem jeito, mãe. Você por acaso já me viu economizando palavras algum dia? =P

Ps: Acabei de perceber que não temos muitas fotos no fundo do mar. O que não deixa de ser bom, pois significa que estávamos nos divertindo muito para lembrar de tirar fotos (e também que estávamos bem mais preocupados em respirar e nos mantermos vivos!hahahaha).

Bangkok e seus milhares de templos

Há mais de 3.000 templos espalhados por Bangkok. De fato, a religiosidade daquele país foi pra mim umas das características mais marcantes. Impossível não notar a quantidade de altares e oferendas pra Buda em cada esquina. Eu não sou conhecedora do Budismo, mas já havia percebido anteriormente que  o Buba é representado de várias formas. Pois bem, em Bangkok isso ficou mais aparente ainda: vimos imagens de  Buda  magros, gordos, sentados, em pé, felizes, sérios, pensativos e até deitados. E como eu já disse em um post anterior, é lindo de se ver a devoção daquele povo. Logo, nosso segundo dia foi todo reservado para conhecer o complexo mais famoso da região – O Grand Palace, que é onde fica o Buda de esmeralda. Como propositalmente escolhemos ficar na Khao San Road, pudemos fazer esses passeios a pé. Mas em Bangkok tudo é muito barato, então independente de onde vc estiver hospedado a viagem até os templos sairá em conta.

Sobre os templos:

Grand Palace – Construído em 1872, o Grand Palace é na verdade um complexo com vários templos e durante muito tempo serviu também como residência pra família real. A entrada custa 500 baths (cerca de 40 reais) e vale cada centavo.

Wat Phra Kaew – Certamente o templo mais famoso dentro do Grand Palace, Wat Phra Kaew é onde fica o buda de esmeralda que, ao contrário do que o nome sugere, é feito de pedra jade. Criado no século XV, o Buda de esmeralda mede cerca de 66 centímetros e não pode ser tocado por ninguém, além do rei. Assim como acontece com algumas outras estátuas do Buda na Tailândia, o Buda de esmeralda tem suas vestes trocadas três vezes por ano de acordo com as estações.

Dicas: Gente, pensem num lugar lotado!! Teve momentos em que eu me sentia uma peregrina pagando promessa no deserto em meio a uma multidão de outros fiéis. Eu fiquei IMPRESSIONADA com a quantidade de turistas e, principalmente, com o número de pessoas dentro dos templos orando (?? não sei se esses seria o termo) e reverenciando Buda. Sendo uma boa cristã, é claro que respeito toda e qualquer religião, por isso passei um bom tempo em cada um dos templos observando cada detalhe e aproveitando a energia de cada um. Mas voltando as dicas: beba muita água, calçe algo confortável, porém fácil de tirar, já que não se pode entrar de sapatos nos templos, leve pouca coisa para não ter que ficar carregando peso e, o mais importante: Vista-se apropriadamente! O calor e a umidade estavam de matar. Por isso, coloquei um vestido e os meninos vestiram bermudas. Daí, como eu meio que já temia, fomos barrados na portaria e precisamos alugar trajes apropriados. Eu aluguei uma camisa e os meninos calcas largas. Pelo menos não tivemos que pagar nada, só deixar um dinheiro como caução, que nos foi devolvido quando devolvemos os trajes. Acho que é bom também pesquisar um pouco sobre o local antes de ir para não se se sentir tão perdido em meio aos templos. Se possível, o melhor mesmo é contratar um guia turístico, mas só pensamos nisso quando era tarde demais.

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Eu poderia passar horas aqui contando detalhes sobre a arquitetura, a atmosfera do local, as pessoas… Mas acho que as fotos falarão por si! =D

Passeando por Bangkok – Templos e Zoológico

Olá a todos!

Aqui é o Pedro. Finalmente vou dando as caras por aqui. Resolvi parar de preguiça e ajudar um pouco a contar da nossa magnífica viagem, (mesmo que eu não escreva tão bem quanto Aline).
Bom, posso dizer que realmente o passeio para o mercado foi espetacular, tirando o calor que era de matar, a sensação era de uns 200 graus Celcius. Na hora do almoço, já não aguentávamos mais andar naquele mar de lojas, perdidos na imensidão que era aquele lugar. Encontramos uma mesa estratégicamente posicionada em frente de pelo menos uns 3 ventiladores, almoçamos e fomos para o próximo destino.

 

Hora de seguir para o “Templo de Mármore” e também o Zoo de Bangkok. Saindo então do mercado tentamos negociar nossa volta com pelo menos uns 3 tuk tuks diferentes, para então conseguir um valor “justo”, tarefa que não é tão fácil.
Já dentro do Tuk Tuk, os sentimentos de liberdade, tensão, alegria e medo daquele trânsito louco, misturados com um pouco de asfixia da poluição vinda dos automóveis, e fomos direto para o Zoo.
Talvez vocês podem estar se perguntando: “Zoológico? Sério? Que sem graça…“, mas sério, a primeira visão ainda pelo lado de fora era um lago imenso super bonito com pedalinhos e tudo mais. Calçadas com bastante sombra das árvores, várias barraquinhas vendendo sorvete e água de coco. Aquilo parecia o paraíso, um oásis no meio do deserto. Isso tudo além de ser ao lado do templo de mármore, que ainda teríamos tempo de visitar no mesmo dia.

Pagamos então nossos tickets, 300 baths cada (cerca de 10 dólares), e fizemos o passeio, que posso dizer que foi muito bacana apesar de eu não ser tão fã de ver animais enjaulados. Mas ver pela primeira vez um urso, dar comida na boca do hipopótamo, alimentar também a girafa com direito a um afago na cabeça e assistir às apresentações das focas que ao final de cada truque batiam palmas, foram um dos pontos altos da viagem para mim. Claro que tem vários outros animais interessantes, mas esses ficaram marcados.

 

Depois disso tudo, já cansados de andar bastante, atravessamos a rua e já estávamos na frente do Templo de Mármore. Quase totalmente vazio, no fim de tarde com um clima de chuva vindo e as pessoas indo embora. Foi então que entramos, admiramos a beleza que é o lugar, tivemos nosso tempo de tranquilidade de um dia agitado, curtimos ficar sentadinhos olhando tudo a nossa volta, sem pressa de ir a lugar algum. Gastamos umas boas duas hora lá , tentando fazer nossas fotos mirabolantes, relaxando, olhando tudo em volta, tomando nossa água diretamente do coco (que falta faz… Aqui em Melbourne só encontramos de caixinha =/ ) e então resolvemos ir embora.

 

Estava com cara que a chuva vinha forte, tentamos negociar nossa ida de volta para o hotel, mas tava duro de convencer algum taxi ou tuk tuk a nos levar lá sem quererem nos extorquir.
Foi então que tentamos ir andando, depois de um tempo veio a chuva e então nos rendemos a um tuk tuk qualquer passando, mas percebemos que esses que vão passando pela rua te cobram  preços mais razoáveis do que aqueles que ficam parados em frente os pontos turístico. No caminho perdi o chapéu, um dos únicos que o Claus tinha gostado depois de horas procurando um (Desculpa ae Claus!), mas graças a Deus chegamos sãos e salvos depois de outro passeio no temido Tuk Tuk.

 

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Depois foi o de sempre… Jantar , massagem , olhar exatamente os mesmo produtos sendo vendidos em metade das lojas que passávamos, com os preços caindo para menos de um terço do valor original, e ver as apresentações da mulecada do Street Dance. Praticamente todos eram realmente muito bons, não só em Bangkok mas nos outros lugares que fomos sempre tinha a galera do street dance..

Uau, será que fui muito detalhista? Mas foi realmente um dia bem puxado, com muito o que se ver. Mas a maior emoção da nossa estada em Bangkok ainda estava por vir. Devo dizer que a emoção não foi das melhores prestes a pegar um vôo. Será que com essa dica deu pra sacar qual foi? Se ainda não, espere pelo próximo post. =D Haha, Sempre quis fazer isso !

Um abraço a todos!

Primeira parada – Bangkok

Parece mentira, mas desde muito nova eu já sonhava em conhecer Bangkok. Não sei de onde surgiu essa vontade, só sei que na minha cabeça sempre vinha aquela imagem de uma cidade misteriosa, com mercados imensos e pessoas vendendo escorpiões no espeto e outras comidas exóticas. O mercado flutuante então, quantas vezes não me imaginei passeando por aquele lugar e conversando com os comerciantes locais…

Pois bem, eis que o dia chegou e, Bangkok, lá vamos nós!!!! =D

Foram apenas 3 dias e 3 noites em Bangkok, mas bem aproveitados. Conseguimos visitar os templos mais famosos, como o Grand Palace e o Buda Deitado. Claro que também visitamos o Floating Market (Mercado Flutuante). Conhecemos um dos maiores mercados de toda a Ásia (Chatuchak, também conhecido por JJ Market). Fomos ao zoológico, andamos de tuk-tuk, assistimos a um Ping-pong show (que vergonha!) e comemos muita, muita comida típica.

a) Sobre os hotéis:

Optamos por ficar em um área badalada e, claro, tinha que ser a Khao San Road, rua famosa em Bangkok pela localização central e, principalmente, pela alta concentração de mochileiros. Escolhemos o hotel com a ajuda do Trip Advisor e fomos parar no Rikka In, que parecia ter o melhor custo-benefício. Não me arrependi da escolha, apesar dos quartos serem bem pequenos e não oferecer café da manhã, tudo era bem limpo, os funcionários (principalmente as arrumadeiras) eram bem prestativos, tínhamos internet free e uma piscina ótima! Pagamos cerca de 35 dólares australianos pela diária do quarto duplo e acho que foi bem pago. É claro que dá pra conseguir hotéis muuuito melhores, assim como diárias bem mais baixas. Li sobre hostels por cerca de $10/dia. Mas achamos mais conveniente pagar um pouquinho a mais pra ter privacidade e melhor limpeza.

b) Sobre a Khao San Road

Pessoalmente eu esperava um pouco mais da Khao San. Acho que criei uma imagem na cabeça de uma rua mais ampla e com mais opções. Devido ao grande número de turistas, não poderia ser diferente, a rua é MUITO comercial. O que não falta são casas de massagem, lojinhas de roupas e souvenirs oferecendo os mesmos produtos e restaurantes. O clima, porém, é ótimo, principalmente caso você não se importe com o assédio dos vendedores e taxistas.

Na Khao San eu altamente recomendo as casas de massagens. Aliás, é um pecado ir a Tailândia e não se render as famosas massagens de lá (com precinhos super em conta, por sinal. A partir de $5 por 30 minutos do serviço nos pés).

Dá pra se comer muito barato também. Vimos várias barraquinhas vendendo um prato de Pad Thai (comida típica) por $2 dólares. Nós preferimos comer em restaurantes mesmo. Gastávamos em média $7 dólares por refeição com bebida, mas garantíamos a higiene do negócio (eu espero!). De novo, em vários blogs encontrei gente dizendo que gastou 2, 3 reais (pasmem!) por refeição. Gente, dá pra gastar isso, mas sinceramente, eu não consegui arriscar comer mais de uma vez em barraquinhas e olha que eu não sou fresca. O que acontece é que nesses locais geralmente a falta de higiene é muito visível, daí optamos por preservar o estômago e não correr o risco de perdermos parte da viagem no banheiro. Rs.

Ah, eu amo comida tailandesa, mas pra quem não gosta a boa notícia é que praticamente todos os restaurantes oferecem outras opções no menu.

Além disso, há vários restaurantes e pubs legais que merecem ser visitados, principalmente na Rambuttri (rua paralela a Khao San)

c) Sobre negociação: É impressionante, todo vendedor tem paixão por negociar. Geralmente eles vão colocar um preço lá em cima e pedir pra vc dar o seu. Odiei isso, a sensação que eu tinha era que, caso você começasse a negociação, no final das contas teria que comprar, já que eles sempre ficavam estressados e mal educados caso você não concordasse com o valor final. Aliás, achei os vendedores, de um modo geral, bem mal educados em Bangkok. Não sei se eles estão cansados de turistas, sei que fui levemente mal tratada algumas vezes, o que diminuiu um pouco minha paixão pelo local.

***

Tá ficando longo, né?! Vou parar por aqui e amanhã conto mais sobre Bangkok.  Beijoos!

 

Ps: Infelizmente não fizemos muitas fotos na Khao San, logo algumas das fotos abaixo vem de fontes variadas na internet. Não consegui achar o crédito de todas, então se alguma foto for da sua autoria e você quiser que eu remova ou credite, favor enviar um e-mail para alinegreicy@gmail.com

 

 

Tailândia, Tailândia, sua linda!

 

Long Beach - Phi Phi
Long Beach – Phi Phi

“Eu voltei, agora pra ficar, porque aqui, aqui é o meu lugar…”  Já dizia Roberto Carlos.

E aí gente, como todos provavelmente já sabem, enfim risquei um dos itens do grupo “lugares para conhecer”da minha bucket list. Nas duas primeiras semanas de novembro visitamos a Tailândia!!!!! Esse foi nosso itinerário:

  • 3 dias em Bangkok
  • 4 dias em Phuket
  • 3 dias em Phi Phi Island
  • 1 dia em Maya Bay
  • 3 dias em Ao Nang (Krabi)

Foram 14 dias e 15 noites de muita diversão, passeios e desafios. Visitamos tantos lugares e vivemos tantas novas experiências, que decidi contar em posts separados. Assim posso dar mais detalhes e, com sorte, inspirar meus queridos amigos a fazerem a mesma viagem (Me chamem. Super topo ir novamente =D).

Pra abrir a série “Visita a Tailândia”, um pouquinho das minhas impressões gerais sobre esse país apaixonante:

Situada no Sudeste Asiático, a Tailândia vem se tornando um dos locais mais procurados por turistas de todo o mundo, principalmente mochileiros atraídos pela diversidade cultural do país e baixo custo de vida. Engana-se quem pensa que a Tailândia, com suas praias paradisíacas de águas cristalinas, é pura paz e tranquilidade. Bastaram 3 dias em Bangkok vivendo o caos (em vários sentidos) daquela cidade e 4 dias hospedados próximo a Bangalore street, em Phuket, pra que eu tirasse meu cavalinho da chuva e entendesse que minha viagem seria muito, muito agitada.

Se tivesse que definir a Tailândia em uma palavra, esta seria: diversidade. Diversidade de uma forma BEM ampla. De calmaria a agitação, de monges em estado meditativo a taxistas gritando no seu ouvido, azul do mar versus cinza da cidade, culinária típica e também internacional, nativos sorridentes e educados e outros nem tanto…

Agora, se eu tivesse que escolher um símbolo que definisse a Tailândia, certamente não seriam as maravilhosas praias, mas sim seus templos e sua religiosidade. É impressionante a quantidade de templos budistas naquele país e a devoção do povo tailandês a Buda. Em cada esquina um altar montado, velas acesas e oferendas te fazem lembrar a todo momento o quão religioso é aquele pessoal. Visitar templos, conhecer de perto alguns monges e poder sentir na pele a energia que emana daqueles locais foi certamente um dos pontos altos da nossa viagem.

Bom, vou ficar por aqui, mas nos próximos dias prometo contar em mais detalhes e dar várias dicas sobre cada um dos lugares que visitamos!